UM REVÉRBERO CANTO

Quem deserdado do amor
triste coabita
no seio fremente
a esperança vibra
se acende o olhar sol inclemente
se revela paixão ávida viva

de um revérbero canto arde o instinto
do clarim e do sol se arde chama
pra sair desse amargo labirinto

és clamor cálice que contém o viço
sede atroz que o fulgor da chama tece
és amor escarnado de feitiço.

                               Gilberto Felinto.

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