TEMPO DE ÁGUAS



Uma poça -
Tempo de águas-
Que tenaz escorrem.
Ócio maré margem léu
Beira me brecha de céu
 dormem nublam
Sangram chovem.

O cimo fenda clareira
O chão condão veste esteira
Que insta perenemente.
Vaga me eira sem Beira
Cai conto canto e ladeira
Perene rio sigo enchente.

Gilberto Felinto.

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